Entrevista de J.K Rowling com Oprah

0 Comments
 1) Imprensa:

“Aconteceu tão rápido para mim, e não deveria ter acontecido. É um livro para crianças, um livro para crianças que, repetidamente, eu dizia que não era muito comercial. Porque eu fui recusada muitas vezes. Eu me sentia como um Beatle. Mas havia quatro Beatles, então eles podiam virar um para o outro e dizer “Meu Deus! Isto é uma loucura!”. Eu não podia me virar para ninguém.”

2) Críticas de religiosos sobre os livros:

“Não estou promovendo nenhuma ideologia religiosa aqui, embora haja muitos elementos cristãos nos livros, especialmente em Relíquias da Morte. É uma alusão à ideologia em que eu fui criada. Mas, respondendo a pergunta sobre ser criticada daquela forma [por grupos religiosos]… Se eles se referem à parte obscura e assustadora, acho que é perfeitamente justificável para um pai dizer que o livro é um pouco maduro para minha criança, ou então para irem debater o livro juntos, lerem juntos… Isto é ótimo. De fato, é perfeito! Sobre o “Você não deve falar sobre bruxaria, você não deve ter bruxas ou magia em seus livros”, eu acho que isso não faz sentido.”

3) Sobre o fim da saga:

“Foi como ficar de luto. Foi algo imenso. Nós sabemos que as pessoas que amamos são imortais, nós todos somos imortais. Inicialmente, fiquei plena de orgulho e alegria, então eu chorei… como eu nunca tinha chorado antes. E somente duas vezes em minha vida eu chorei daquele jeito… foi quando minha mãe morreu. Eu tive que chorar por Harry. Eles todos ainda estão em minha cabeça, eu poderia, definitivamente, escrever um oitavo, nono livro. Acho que terminei, mas você nunca sabe.”

4) Como ela irá “superar Harry Potter”

“Não, e já me perguntaram isto… interessantemente, as pessoas me dizem isso. Elas falam “Bom, sabe, você deve pensar como você irá superar Harry Potter?”. E eu, realmente, de verdade, não penso nisto. Foi maravilhoso, e foi insano algumas vezes. Foi divertido também, e estou tão grata que isso aconteceu. Eu amo as pessoas que leram os livros, eu dediquei o último livro para as pessoas que são queridas no meu coração, e a sétima parte da dedicação é para o leitor. Houve uma garota que veio até mim na rua, outro dia, ela surgiu na calçada… e ela deveria estar em seus vinte anos, e ela me disse “Você é a minha infância”. É como a coisa mais bonita que alguém já me falou.”

Fonte: SDM


Tecnologia do Blogger.