In Memoriam

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Antes de começar o post de hoje, eu queria contar uma coisa que aconteceu comigo essa semana. Foi uma coisa muito simples, mas acho que assim como foi legal pra mim, seria legal pra qualquer um de vocês que são fãs de verdade de Harry Potter. Eu fui na rua para comprar um vestido e enquanto conversava com a minha irmã, eu vi uma família, pai, mãe e filho, andando na rua, como todos, mas uma coisa me chamou atenção: nos braços da mãe, tinha um livro: Harry Potter e as Relíquias da Morte. O que mais me deixou feliz nessa cena é que, não importa a idade, todos podem ser fãs de Harry Potter. Bem, pronto, já falei de mais, agora, vamos ao resumo dessa semana.

CAPITÚLO DOIS

IN MEMORIAM

Este capítulo começa com o dedo de Harry sangrando, após ter encontrado no fundo de seu malão de escola um dos pedaços do antigo espelho que seu padrinho, Sirius Black, havia dado a ele, e que agora se resumira a cacos. Depois de ter percebido que a cura de ferimentos através de feitiços havia sido uma grande lacuna em sua educação mágica e ter conseguido estancar o sangue como qualquer trouxa teria feito, Harry deu continuidade a arrumação de suas coisa. Ele foi separando as coisas úteis das que ele não iria mais utilizar, até que lhe sobrou somente uma pilha de jornais velhos. Isso o fez lembrar que queria reler um artigo sobre Dumbledore, intitulado “EM MEMÓRIA DE ALVO DUMBLEDORE, por Elifas Doge”, onde o Senhor Doge conta diversas aventuras vividas por ele e Dumbledore, de como Dumbledore, era popular no mundo mágico por seu potencial brilhante, de como eles queriam conhecer o mundo e de como Dumbledore foi impedido de fazer isso por causa da morte de sua mãe e, tempos depois de sua irmã.

Depois de ter lido a reportagem Harry continuou a contemplar a foto de Dumbledore. Por mais que achasse que conhecia bem seu professor, Harry começou a se perguntar se o conhecia o suficiente, já que sempre que se encontravam, discutiam sobre ele. Depois de um tempo de reflexão, Harry observou seu quarto e viu que ele estava praticamente arrumado, não fosse por um exemplar do dia de “O Profeta Diário” e o pedaço de espelho. Ele foi até a cama, deixou o espelho de lado e passou os olhos pelo exemplar do jornal, e, pode observar que havia uma manchete denominada “DUMBLEDORE – ENFIM A VERDADE?” escrita por Betty Braithwait, onde ela entrevista Rita Skeeter, que conta um pouco de seu novo livro “A VIDA E AS MENTIRAS DE ALVO DUMBLEDORE” Onde ela diz que Dumbledore teve uma infância conturbada, comenta um pouco sobre as declarações que Elifas Doge havia feito em seu último artigo e fala também sobre a relação de Harry e Dumbledore.

Ao terminar de ler isto xingou Rita Skeeter e suas mentiras e sentou com força na cama, fazendo com que o caco de espelho voasse para longe. Ele o pegou de volta, e, quando o olho bem o espelho viu um lampejo azul intenso. Não havia como algo ter refletido aquela luz azul, não havia nada no quarto que o fizesse. Harry pensou ter imaginado o lampejo. Deixou o espelho de lado e concluiu que vira a luz azul tão intensa porque estava pensando no diretor, e tinha certeza de que “os olhos muito azuis de Alvo Dumbledore jamais o perscrutariam outra vez”



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