O menino que sobreviveu!

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Bom.. gente eu estou aqui pra falar que nessa postagem.. eu vou tentar escrever tudo... sobre a vida do Harry... do 1º livro até o ultimo... e muito mais!

PRIMEIRO CAPÍTULO - O MENINO QUE SOBREVIVEU!

A noite úmida de ventania, duas crianças vestidas de abóboras atravessavam a praça bamboleando, e as vitrines das lojas cobertas de aranhas de papel, todos os adornos baratos e Kitsch dos trouxas simbolizando um mundo em que eles não acreditavam... e ele seguia deslizando, aquele senso de propósito e poder e correção que sempre experimentava nessas ocasiões...não raiva...isso era para almas mais fracas que ele... mas triunfo, sim...esperava por isso, desejara isso...

- Bonita fantasia, moço!

Ele viu o sorriso do menino vacilar quando se aproximou o suficiente para espiar sob o capuz da capa, viu o medo anuviar o rostinho pintado: então a criança deu meia-volta e fugiu correndo... por baixo da veste, ele acariciou o punho da varinha... um simples movimento e a criança jamais chegaria à mãe... mas desnecessários, muito desnecessário...

E, ao longo de uma rua escura, ele caminhou, e agora o seu destino estava finalmente a vista, o Feitiço Fidelius desfeito, embora os moradores ainda não soubessem... e ele fez menos ruído do que as folhas mortas que esvoaçavam pela calçada quando se emparelhou com a sebe escura e espiou por cima...

Eles não tinham fechado as cortinas, viu-os claramente pequena sala de visitas, o homem alto de cabelos negros e óculos, fazendo baforadas de fumaça colorida saírem da varinha para divertir o menininho de cabelos negros e pijama azul. Acriança ria e tentava pegar a fumaça, segura-la em sua mãozinha fechada...

Uma porta abriu e a mãe entrou, dizendo palavras que ele não pôde ouvir, seus longos cabelos acaju caindo pelo rosto. O pai ergueu o filho do chão e entregou-o à mãe. Atirou a varinha sobre o sofá e se espreguiçou, bocejando...

O portão rangeu um pouco quando ele o abriu, mas Tiago Potter não ouviu. Sua mão branca tirou a varinha sob a capa e apontou-a para a porta que se abriu com violência.

Já cruzara a porta quando Tiago chegou correndo ao hall. Foi fácil, fácil demais, ele nem chegara a apanhar a varinha...

- Lílian, pegue Harry e vá! É ele! Vá! Corra! Eu o atraso...

Detê-lo, sem uma varinha na mão!... Ele riu antes de lançar a maldição...

- Avada Kedavra!

O clarão verde inundou o hall apertado, iluminou o carrinho de bebê encostado PA parede, fez os balaústres da escada lampejarem como raios e Tiago Potter caiu como uma marionete cujos cordões tivessem sido cortados...

Ele ouviu a mulher gritar no primeiro andar, encurralada, mas, enquanto tivesse bom senso, ela, pelo menos, nada teria a temer... ele subiu a escada, achando graça nos esforços que ela fazia para se entrincheirar no... ela também não tinha varinha... como eram idiotas e confiantes em julgar que sua segurança eram os amigos, que as armas poderiam ser postas de lado mesmo por instantes..

Ele arrombou a porta, atirou para o lado a cadeira e as caixas apressadamente empilhadas para defendê-la com um displicente aceno da varinha... e ali estava ela, a criança nos braços. Ao vê-lo, Lílian largou o filho no berço às suas costas e abriu bem os braços, como se isso pudesse adiantar, como se ocultando-o esperasse se escolhida como alvo...

- O Harry não, o Harry não, por favor, o Harry não!

- Afaste-se, sua tola... afaste-se, agora...

- Harry, não, por favor, não, me leve, me mate no lugar dele...

- Este é o meu último aviso...

- Harry não! Por favor... tenha piedade... tenha piedade... Harry não! Harry não! Por favor... farei qualquer coisa...

- Afaste-se... afaste-se garota...

Ele poderia tê-la afastado do berço à força, mas lhe pareceu mais prudente liquidar todos...

O clarão verde lampejou pelo quarto e ela tombou como o marido. Todo esse tempo, a criança não gritara: sabia ficar em pé segurando as grades do berço, e achando que fosse sei pai escondido sob a capa, e que ele produziria mais luzes bonitas, e sua mãe reapareceria a qualquer momento, rindo...

Ele apontou a varinha certeiramente para o rosto do menino: queria ver acontecer, a destruição desse perigo inexplicável. A criança começou a chorar: notara que ele não era Tiago. Não gostava de bebê chorando, nunca fora capaz de suportar as criancinhas choramingando no orfanato...

- Avada Kedavra!

Então ele sucumbiu: não era mais nada exceto dor e terror e precisava se esconder, não aqui nos destroços da casa em ruínas, onde a criança estava presa, aos berros, mas longe, longe...

SEGUNDO CAPÍTULO - A HISTÓRIA CONTINUA...

[...]

Um homem apareceu na esquina que o gato estivera vigiando. Apareceu tão súbita e silenciosamente que se poderia pensar que tivesse saído do chão. O rabo do gato mexeu ligeiramente e seus olhos se estreitaram.

Ninguém jamais vislumbrava nada parecido com este homem na rua dos Alfeneiros. Era alto, magro e muito velho, a julgar pelo prateado dos seus cabelos e de sua barba, suficientemente longos para prender no cinto. Usava vestes longas, uma capa púrpura que arrastava pelo chão e botas com saltos altos e fivelas. Seus olhos azuis eram claros, luminosos e cintilantes por trás dos óculos em meia-lua e o nariz muito comprido e torto, como se tivesse quebrado pelo menos duas vezes. O nome dele era Alvo Dumbledore.

Alvo Dumbledore não parecia ter consciência de que acabara de pisar numa rua onde tudo, desde o seu nome às suas botas era malvisto. Estava ocupado apalpando a capa, procurando alguma coisa. Mas parecia ter consciência de que estava sendo vigiado, porque ergueu a cabeça de repente para o gato, que continuava a fixá-lo da outra ponta da rua. Pó algum motivo, a visão do gato pareceu diverti-lo. Deu uma risadinha e murmurou: ” Eu devia ter imaginado.”

Encontrou o que procurava no bolso interior da capa. Parecia um isqueiro de prata. Abriu-o, ergueu-o no ar e o acendeu. O lampião de rua mais próximo apagou-se com um estalido seco. Ele o acendeu de novo – o lampião seguinte piscou e apagou, doze vezes ele acionou o “apagueiro” , até que as únicas luzes acesas na rua toda eram dois pontinhos minúsculos ao longe – os olhos do gato que vigiava. Se alguém espiasse pela janela agora, até a Sra. Dursley, de olhos de contas, não conseguiria ver nada que estava acontecendo na calçada. Dumbledore tornou a guardar o “apagueiro” na capa e saiu caminhando pela rua em direção ao numero quatro, onde se sentou no muro ao lado do gato. Não olhou para o bicho, mas, passado algum tempo, dirigiu-se a ele.

- Imagine encontrar a senhora aqui, Profa. Minerva McGonagall.

E virou-se para sorrir para o gato, mas este desaparecera. Ao invés dele, viu-se sorrindo para uma mulher de aspecto severo que usava óculos de lentes quadradas exatamente do formato das marcas que o gato tinha em volta dos olhos. Ela, também, usava uma capa esmeralda. Trazia os cabelos negros presos num coque apertado. E parecia decididamente irritada.

- Como soube que era eu? - perguntou

- Minha cara professora, nunca vi um gato se sentar tão duro.

- O senhor estaria duro se tivesse passado o dia todo sentado em um muro de pedra – respondeu a Profa. Minerva.

[...]

Aparentemente a Profa. Minerva chegara ao ponto que estava ansiosa para discutir, a verdadeira razão pela qual estivera esperando o dia todo em cima de um muro frio e duro, porque nem como gato nem como mulher ela fixara antes um olhar tão penetrante em Dumbledore como agora. Era obvio que seja o que fosse que “todos” estavam dizendo, ela não iria acreditar até que Dumbledore confirmasse ser verdade. Dumbledore, porem, estava escolhendo mais um sorvete de limão e não respondeu.

- O que estão dizendo – continuou ela – é que a noite passada Voldemort apareceu em Godric’s Hollow. Foi procurar os Potter. O boato é que Lílian e Tiago estão... estão... que estão... mortos.

Dumbledore fez que sim com a cabeça. A Profa. Minerva perdeu o fôlego.

- Lílian e Tiago... Não posso acreditar... Não quero acreditar... Ah, Alvo.

Dumbledore estendeu a Mao e deu-lhe uma tapinha no ombro.

- Eu sei.. eu sei... – disse deprimido.

A voz da Profa. Minerva tremeu ao prosseguir:

- E não é só isso. Estão dizendo que ele tentou matar o filho dos Potter, Harry. Mas... não conseguiu. Não conseguiu matar o garotinho. Ninguém sabe o porque e nem como, mas estão dizendo que na hora que não pôde matar Harry potter, por alguma razão, o poder de Voldemort desapareceu, e é por isso que ele foi embora.

Dumbledore concordou com a cabeça, sério.

- É... é verdade? – gaguejou a professora. – Depois de tudo o que ele fez... todas as pessoas que matou... não conseguiu matar um garotinho? É simplesmente espantoso... de tudo que poderia detê-lo... mas, por Deus, como foi que Harry sobreviveu?

- Só podemos imaginar – Disse Dumbledore. – Talvez nunca cheguemos a saber.

A Profa. Minerva pegou um lenço de renda e secou com delicadeza os olhos por baixo das lentes dos óculos. Dumbledore deu uma grande fungada ao mesmo tempo que tirava o relógio de ouro do bolso e o examinava. Era um relógio muito estranho. Tinha doze ponteiros, mas nenhum numero; em vez deles, pequenos planetas giravam à volta. Mas, devia fazer sentido para Dumbledore, porque ele o repôs no bolso e disse:

- Hagrid está atrasado. A propósito, foi ele que lhe disse que eu estaria aqui, suponho.

- Foi. E suponho que você não vá me dizer por que está aqui e não em outro lugar.

- Vim trazer Harry para o tio e a tia. Eles são a única família que lhe resta.

- Você não quer dizer, você não pode estar se referindo as pessoas que moram aqui? – Exclamou a Profa. Minerva, pulando de pé e apontando para o numero quatro. – Dumbledore, você não pode. Estive observando a família o dia todo. Você não poderia encontrar duas pessoas menos parecida conosco. E tem um filho, vi-o dando chutes na mãe até na rua, berrando porque queria balas. Harry Potter vir morar aqui!

- É o melhor lugar para ele – disse Dumbledore com firmeza – Os tios poderão lhe explicar tudo quando ele for mais velho, escrevi-lhes uma carta.

[...]

- Mas como é que o garoto vai chegar aqui, Dumbledore?

- Hagrid vai trazê-lo.

Um ronco discreto quebrara o silencio da rua. Foi aumentando cada vez mais enquanto eles olhavam para cima e para baixo da rua à procura de um sinal de farol de carro; o ronco se transformou num trovão quando os dois olhavam para o céu – e uma enorme motocicleta caiu do ar e parou na rua diante deles.

Um bebê é deixado à porta da famí­lia Dursley, com uma carta que explica quem ele é e quais os mistérios que envolvem sua sobrevivência, após um duelo no qual seus pais morreram.

Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. No dia do aniversario do seu primo Duda, ele recebeu uma carta de Hogwarts, só que Duda arrancou a carta de sua mão e entregou ao pai, que conseqüentemente não deixou Harry ler. Para comemorar o aniversário de Duda, eles foram em um Zoológico. Depois disso eles mudaram o Harry para o segundo quarto de Duda

Onze anos mais tarde, Harry Potter recebe o melhor presente de aniversário: descobre que é um bruxo e como tal deve ser educado.

Conduzido por Rubeo Hagrid, o doce e atrapalhado gigante ruivo, Harry inicia sua trajetória no cotidiano da magia. Na escola de bruxaria de Hogwarts, sob a direção do sábio professor Alvo Dumbledore, ele aprende a fazer poções, feitiços, a transformar coisas, e a pilotar uma vassoura. Enfrenta as dificuldades normais de um principiante e alguns obstáculos a mais lhe são impingidos por sua fama.

Logo. logo... vou terminar esse capitulo!


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